As chuvas dos últimos dias aumentaram a ocorrência de doenças fúngicas nas lavouras de trigo do Rio Grande do Sul. Conforme dados da Emater, casos de giberela e septória atingem as espigas e devem reduzir a produção, estimada em 1,7 milhão de toneladas no Estado. "Os ventos também contribuíram para o acamamento das lavouras", informou a diretora técnica da Emater, Águeda Mezomo. Em Passo Fundo, o clima prejudicou a cultura, que está em fase de formação da espiga, ou frutificação. Em Erechim, produtores começam a receber Proagro para as lavouras afetadas por ferrugem.
Em São Borja, técnicos e produtores de trigo estão apreensivos. Segundo o agrônomo da Cotrisal Charles Dalmaso, as próximas semanas serão decisivas para a determinação da produtividade, que pode ter sido comprometida pelo clima adverso. Os 16 mil hectares cultivados no município estão em fase de enchimento ou maturação e devem estar prontos para colheita em 20 dias.
A umidade também prejudicou o plantio de milho, que está atrasado em 20 porcento. O mesmo acontece com o arroz em Bagé, onde houve queda de granizo. Em Uruguaiana e Quaraí, o défict hídrico chega a 30 porcento.
Em São Borja, técnicos e produtores de trigo estão apreensivos. Segundo o agrônomo da Cotrisal Charles Dalmaso, as próximas semanas serão decisivas para a determinação da produtividade, que pode ter sido comprometida pelo clima adverso. Os 16 mil hectares cultivados no município estão em fase de enchimento ou maturação e devem estar prontos para colheita em 20 dias.
A umidade também prejudicou o plantio de milho, que está atrasado em 20 porcento. O mesmo acontece com o arroz em Bagé, onde houve queda de granizo. Em Uruguaiana e Quaraí, o défict hídrico chega a 30 porcento.
Correio do Povo
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